Depois de sete dias pelo Tibet, hoje, pela manhã o deixamos. Foi sensacional conhecer Lhasa, fiquei muito impressionado com a religiosidade deste povo, apesar do desenvolvimento rápido e de mais de 50 anos de ocupação chinesa, o Tibet ainda continua muito preso as suas tradições. Viajar de carro pelo seu interior foi sensacional, dormimos em Gyantse e Shiagatese, Adoramos percorre-lo seu interior, e assim ver a agricultura, suas vilas, suas casas, um pouco de seus costumes, suas montanhas, conhecemos alguns mosteiros, um lindo lago azul, formado com aguas de degelo e também o Glaciar Karo-lá, este a 5020m. Essa também era uma procuração, a altitude de Lhasa e seus arredores, Fala-se em tomar um remédio, que alguns médicos não recomendam, tipo um vaso dilatador, existem outras recomendações menos agressivas, que é aspirina com cafeína, que no meu caso tomei sempre que sentia um pouco de dor de cabeça. No ultimo dia em Lhasa, não podíamos deixar de voltar a parte antiga, onde vários peregrinos de várias régiões do Tibet e de várias etnias, percorriam no sentido horário e em forma circular o entorno do principal mosteiro de Lhasa. Passar meu aniversário no Tibet também foi sensacional e inesquecível. Na saída o voo atrasou uma hora, pois estava tendo exercícios militares na pista do aeroporto. Isso já havia acontecido na vinda quando nosso voo em Shangri-lá, não recebeu autorização para voar ao Tibet, pelo mesmo motivo. Viajar pelo Tibet é possível, mas ainda complicado. O visto foi tirado aqui na China, quando deixamos o Brasil, tínhamos apensa planos em nosso roteiro de ir ao Tibet, mas que só foi realmente confirmado com o visto em mãos, que é dado em um papel a parte e não no seu passaporte. A fiscalização no aeroporto é enorme, você tem que mostrar seu cartão de embarque de 30 em 30 metros, as vezes menos de 2 metros tem que mostrar para outro fiscal, seja policial militar, policial cívil (que está cheio), ou mesmo funcionário da companhia aérea. Nas estradas tem barreira policial de 100 em 100 kms mais ou menos, o guia descia do carro e mostrava a nosso visto e que estávamos a turismo pelo país, e seguíamos mais um pouco e fazia tudo de novo em cada check point como ele chamava. Em uma das cidades que dormimos assim que entramos na cidade fomos a um posto policial comunicar que iríamos dormir nesta cidade por um dia e pegar autorização. Por instrução de nosso guia, ele pediu, o primeiro dia, para não falarmos em quanto no Tibet, sobre Dalai Lama, sobre política, não fotografar policial nenhum por hipótese nenhuma, não sair sem passaporte, e para entrar em praças, nos éramos revistados e as bolsas checadas. Eu com 4 maquinas fotográficas, achavam estranho mas deixavam entrar. Cada cidade que chegamos na China é uma surpresa, em relação a Internet, varia de hotel para hotel, cada um tem uma política. Todos são bem fechados, mas tem hotel que é mais e hotel que é menos. Então tem dia que é fácil postar e tem dia que é uma lenha. e as vezes impossível. Eu comprei três sim card, um para meu celular e outro para o da Carol, e outro para o Ipad só dados, no caso de nos perdemos, algo que é facílimo aqui. A população da China é enorme mas, no domingo parece que dobra. Então eu perder a Carol e ele me perder é mole e com o celular ficou muito bom. As vezes fico em uma esquina registrando motinhas passando cada uma com uma característica e a Carol vai para uma loja em frente e se muda de loja nos falamos ou se eu saio um pouco para o lado já é o suficiente, para não nos acharmos mais, em geral estamos com guia, mas pela tarde ele vai descansar e nos continuamos até umas 20/21 horas pela rua. Os guias fiavam rindo o tempo todo quedando ela fala perdi meu marido, kkkk Saimos hoje em direção a Chengdu

Muito interessante !!!!
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